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A Prática Mediúnica – O Terapeuta Espiritual

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    Para efeito de informação, daremos alguns detalhes importantes observados durante nossa participação prolongada na prática mediúnica, onde assimilamos uma série de instruções transmitidas pelos Mentores espirituais para manter-se um comportamento salutar na convivência com os Espíritos sofredores e os que fazem sofrer, denominados obsessores.      O terapeuta espiritual, também chamado doutrinador, dialogador ou esclarecedor, deve adquirir o hábito de conversar com o comunicante num tom de voz natural, de forma coloquial, sem a preocupação de se fazer ouvir por todos os componentes encarnados do grupo mediúnico.      Nunca esquecer que está lidando com uma pessoa como outra qualquer, somente que não possui mais um corpo carnal, possuindo reações psicológicas similares às daqueles que ainda estão encarnados, precisando, portanto, naquele momento, de atenção especial. É quando não se deve prescindir de transmitir-lhe compreensão e otimismo par...

Mediunidade Responsável - Joanna de Ângelis

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  C riou-se um conceito infeliz, que se popularizou, a respeito da  mediunidade, informando ser uma pesada cruz para os seus portadores. A partir da informação incorreta, passou-se a temer o desenvolvimento mediúnico por associá-lo às terríveis aflições que acarretaria. Não poucos candidatos ao ministério mediúnico, por desconhecimento dos valores que tipificam a faculdade, evitam exercitá-la, receando a carga aflígente das provações que seriam acrescentadas à existência. É totalmente destituída de legitimidade a leviana informação, desde que a mediunidade é uma faculdade neutra, por meio da qual se comunicam bons como maus Espíritos, ocorrendo formosos ou aflitivos fenômenos de variado conteúdo. As dores que parecem acompanhar os médiuns que se afeiçoam ao trabalho do bem na Terra têm a sua origem em suas existências transatas, sem nenhum compromisso com a faculdade. Caso não exercessem o ministério, os mesmos padecimentos os alcançariam, convocando-os à reparação dos delito...

Escolhos à mediunidade

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  No livro Tramas do Destino,  pela psicografia de Divaldo Franco, Manoel Philomeno de Miranda nos traz importantes considerações acerca da Mediunidade, que merecem atenção dos médiuns, a saber: Capítulo 17 - Escolhos à mediunidade A reencarnação, em si mesma, constitui misericórdia do Senhor, que não deseja a morte do pecador, mas a sua redenção. Em consequência, todas as faculdades de que o homem se encontra investido são talentos que lhe cabe multiplicar, valorizando-os pelo bom uso que lhes dá. Exigem cuidados, educação e disciplina, mediante cujo exercício mais se aprimoram. Impõem zelo com que sejam resguardadas da insensatez que os perturba, quando não os descontrola e inutiliza. Nesse sentido, a mediunidade, que é uma faculdade parapsíquica, graças às suas sutis teceduras nos mecanismos do espírito, por meio do perispírito que a exterioriza pelo corpo somático e mediante o qual recebe as respostas vibratórias, mais severas responsabilidades confere ao usuário, imp...

Exercício Mediúnico - Distinção do Pensamento

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No livro  Qualidade na Prática Mediúnica , Divaldo Franco nos traz importantes considerações acerca da comunicação nas reuniões mediúnicas , que merecem atenção dos médiuns, a saber: "72. O que o médium psicofônico consciente deve fazer para distinguir o pensamento que é do Mentor do que é do seu subconsciente? Divaldo - No fenômeno psicofônico há uma preponderância da personalidade que se comunica. É muito difícil, no começo, saber se está falando de si mesmo ou sob indução. Mas, a ideia é tão dominante que termina por perceber que não é sua. As palavras, sim, serão suas, e vestirão a ideia com vocabulário próprio, mas dar-se-á conta de que aquela ideia não lhe é habitual. Ademais, quando está numa reunião mediúnica e chegam-lhe ideias que não são convencionais, é porque vêm de um agente externo. Cabe-lhe abrir-se e acompanhá-las sem interferir. Por esta razão, a educação mental, através da concentração, nos propicia observar sem pe...

Tempo de Dialógo com os Espíritos

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No livro Qualidade na Prática Mediúnica , Divaldo Franco nos traz importantes considerações acerca da comunicação nas reuniões mediúnicas e do diálogo , que merecem atenção dos doutrinadores e médiuns, a saber: 51. Quantos Espíritos devem manifestar-se por um mesmo médium em cada reunião e qual deve ser o tempo de duração da incorporação? Divaldo - Tratando-se de um grupo com muitos médiuns atuantes, duas comunicações são suficientes para cada sensitivo; excepcionalmente, três. Deve-se evitar um número maior de passividades por causa do desgaste físico e psíquico do médium. O tempo ideal de uma incorporação fica entre cinco e dez minutos, no caso de Espíritos sofredores. Quanto aos Mentores Espirituais, não há uma estipulação de tempo porque eles revigoram o medianeiro enquanto se comunicam." (...) Livro: Qualidade na Prática Mediúnica 2ª Parte - Divaldo Franco Responde Preparação - item 50

O diálogo na Reunião Mediúnica Espírita

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No livro Diretrizes de Segurança, Divaldo Franco e Raul Teixeira nos trazem importantes considerações acerca do exercício mediúnico: 87 - Será plausível que se desenrole a doutrinação de desencarnados por meio de curta palestra, em que o doutrinador possa expressar-se como quem faz uma conclamação? Raul – O doutrinador dispensará sempre os discursos durante a doutrinação entendendo-se aqui discurso não como a linha ideológica utilizada, mas, sim, a falação interminável, que não dá ensejo à outra parte de se exprimir ou explicar-se. Muitas vezes na ânsia de ver as entidades esclarecidas e renovadas, o doutrinador perde-se numa excessiva e cansativa cantilena, de todo improdutiva e enervante. O diálogo com os desencarnados deverá ser sóbrio e consistente ponderado e clarificador, permitindo boa assimilação por parte do Espírito e excelente treino lógico para o doutrinador. Livro: Diretrizes de Segurança  Divaldo Franco / Raul Teixeira

Preparação para a Prática Mediúnica

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Existe alguma técnica especial de preparação para os médiuns psicofônicos e os doutrinadores? Divaldo Franco : Os Mentores Espirituais generalizam para todos os componentes da equipe mediúnica o mesmo comportamento preparatório, pois os deveres são os mesmos, embora as funções sejam diferentes. Na questão do médium, em particular, convém promover à véspera do intercâmbio espiritual um estado psíquico favorável, fazendo uma higienização mental compatível para que os Mentores comecem a prepará-lo para a reunião do dia seguinte. Não se pode imaginar seja o fenômeno de incorporação um acontecimento fortuito, a não ser aquele originário do desequilíbrio. O médium disciplinado pode ser considerado um telefone bem guardado. Alguém, querendo telefonar, dirige-se ao aparelho e pede licença, com ética, para utilizá-lo. A mediunidade pode ser considerada uma aparelhagem telefônica sumamente útil: deve ser, portanto, preservada. As Entidades espirituais somente utilizam a nossa faculdade se a ...