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Mediunidade - Joanna de Ângelis

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CONCEITO - Faculdade orgânica, a mediunidade se encontra, em quase todos os indivíduos, não constituindo património especial de grupos nem privilégio de castas; é inerente ao espírito que dela se utiliza, encarnado ou desencarnado, para o ministério do intercâmbio entre diferentes esferas de evolução. A mediunidade tem características próprias por meio das quais, quando acentuadas, facultam vigoroso comércio entre homens e Espíritos, entre as criaturas reciprocamente, bem como entre os próprios Espíritos. O médium (do latim médium) é aquele que serve de instrumento entre os dois pólos da vida: física e espiritual. "Médium é o ser, é o indivíduo que serve de traço de união aos Espíritos, para que estes possam comunicar-se facilmente com os homens: Espíritos encarnados", conforme acentuou o Espírito Erasto, em memorável comunicação sobre a mediunidade dos animais, e inserta em "O Livro dos Médiuns", capítulo XXII, item 236. Todavia, entre os Espíritos já desencarnados...

Médiuns iniciantes - Manoel Philomeno de Miranda

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No livro "Nas Fronteiras da Loucura", Cap 23, psicografia de Divaldo Franco, Manoel Philomeno de Miranda nos traz importantes aconselhamentos aos médiuns iniciantes, abaixo descritos: "Ninguém, no campo da mediunidade nobre, que não experimente esse período de testemunhos silenciosos, em que a oração, o estudo e a meditação fazem-se indispensáveis para resguardar o iniciante, ao mesmo tempo pela ação do bem com que se faz respeitado, inclusive, pelos seus adversários ocultos." (...) "O exercício da mediunidade requer atenção e disciplina íntima, perseverança e assiduidade no exercício, estudo cuidadoso da Doutrina, da faculdade e de si mesmo, a fim de alcançar as finalidades superiores a que a mesma se destina. Quem assim não proceda, poderá ser, vez que outra, instrumento de comunicações salutares, por necessidade de emergência, todavia, a Espírito responsável algum, apraz lidar com médiuns levianos, indisciplinados e vulgares, como é fácil de compreender-se. ...

Médiuns e Mediunidade - José Ferraz

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              Um grande número de indivíduos procura o Centro Espírita com um diagnóstico próprio ou de terceiros, afirmando que a mediunidade está prejudicando suas existências físicas e lhes causando sérios problemas.             Desfilam queixas e lamentações descabidas, asseverando uns, que se fosse para libertá-los dos vexames, estariam prontos para iniciar o desenvolvimento da faculdade de que se dizem portadores; outros, todavia, numa atitude irreverente, preferem solicitar pura e simplesmente uma fórmula milagrosa, a fim de se livrarem, segundo eles, dessa cruz que lhes está a impingir sofrimentos injustos. Terminam, via de regra, com a seguinte frase: “Nunca pedi a Deus tal faculdade!”...             Torna-se necessário esclarecer de imediato que a mediunidade nunca foi fator de desditas e nem tampouco, o quer...

O Sono na Reunião Mediúnica 3 - Suely Caldas Schubert

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  Considerações oportunas da tribuna Suely Caldas acerca do sono na reunião mediúnica espírita: Suely Caldas Schubert nasceu em Carangola, Minas Gerais, em 9 de dezembro de 1938. Residia em Juiz de Fora, no mesmo Estado. Seus pais e avós maternos e paternos eram espíritas. A mediunidade surgiu muito cedo em sua vida, a ela se dedicando por mais de sessenta anos, especialmente no âmbito da mediunidade e da divulgação do Espiritismo. Autora de dezoito livros, era também expositora, tendo realizado palestras e participado de seminários no Brasil e no Exterior. Entre suas obras destacamos: Dimensões Espirituais do Centro Espírita; O Semeador de Estrelas; Obsessão/Desobsessão: Profilaxia e Terapêutica Espíritas; Os Poderes da Mente; Transtornos Mentais: uma leitura Espírita; Mentes interconectadas e a lei de atração; Nas fronteiras da Nova Era; Testemunhos de Chico Xavier e Divaldo Franco: uma vida com os Espíritos; Chico Xavier e Emmanuel – dores e glórias. Em 1986, Suely fundou, com u...

A Fisiologia da Mediunidade - Divaldo Franco

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  De forma clara, Divaldo Franco explica a fisiologia da mediunidade e fala sobre a glândula pineal: " André Luiz, através da mediunidade do apóstolo Chico Xavier, no livro Missionários da Luz, no capítulo número três, fala sobre uma glândula do nosso sistema endócrino: a pineal ou epífise. Tecnicamente, a glândula pineal tem duas funções básicas. Ela é a veladora do sexo. No momento da adolescência, quando aparecem os caracteres complementares, ela libera os hormônios da masculinidade ou da feminilidade. Ela também é responsável por essas queridas manchinhas que as pessoas jovens têm. Pode passar o creme que passar, pode arrancar a pele, daí a pouco ela volta, parecendo um piruzinho assinalado dessas, que é uma substância muito especial do nosso organismo. Mas André Luiz falou que essa glândula é constituída de cristais e que esses cristais, conforme o Dr. Sérgio Felipe, mestre da USP, na cátedra de espiritualidade e medicina, são como antenas que captam as vibrações do mundo tra...

Segurança Mediúnica - Divaldo Franco

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  No vídeo, intitulado "Segurança Mediúnica" ,  gravado no Centro Espírita Bezerra de Menezes, no ano de 1993,  em São José do Rio Preto - SP, Divaldo Franco  aborda a natureza da mediunidade, sua história, ética, educação e os desafios da prática, como a obsessão e o animismo. A seguir, um resumo, os principais tópicos e as perguntas feitas durante a sessão de perguntas e respostas. Resumo da Palestra Divaldo Franco inicia definindo a mediunidade como a faculdade inerente a quase todas as criaturas, um atributo da alma e do espírito encarnado, que utiliza o corpo físico como suporte. O palestrante traça a história da mediunidade, desde o profetismo no Oriente e os oráculos da SeMagna Grécia, até os fenômenos pontilhados na vida de Jesus e a correta investigação por Allan Kardec. Divaldo enfatiza que a faculdade mediúnica é neutra  em si mesma, sendo a qualificação ética e moral do médium o fator determinante para o seu bom uso. Ele explica as classificações de ...

A Prática Mediúnica – O Terapeuta Espiritual

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    Para efeito de informação, daremos alguns detalhes importantes observados durante nossa participação prolongada na prática mediúnica, onde assimilamos uma série de instruções transmitidas pelos Mentores espirituais para manter-se um comportamento salutar na convivência com os Espíritos sofredores e os que fazem sofrer, denominados obsessores.      O terapeuta espiritual, também chamado doutrinador, dialogador ou esclarecedor, deve adquirir o hábito de conversar com o comunicante num tom de voz natural, de forma coloquial, sem a preocupação de se fazer ouvir por todos os componentes encarnados do grupo mediúnico.      Nunca esquecer que está lidando com uma pessoa como outra qualquer, somente que não possui mais um corpo carnal, possuindo reações psicológicas similares às daqueles que ainda estão encarnados, precisando, portanto, naquele momento, de atenção especial. É quando não se deve prescindir de transmitir-lhe compreensão e otimismo par...