Médiuns iniciantes - Manoel Philomeno de Miranda
No livro "Nas Fronteiras da Loucura", Cap 23, psicografia de Divaldo Franco, Manoel Philomeno de Miranda nos traz importantes aconselhamentos aos médiuns iniciantes, abaixo descritos:
"Ninguém, no campo da mediunidade nobre, que não experimente esse período de testemunhos silenciosos, em que a oração, o estudo e a meditação fazem-se indispensáveis para resguardar o iniciante, ao mesmo tempo pela ação do bem com que se faz respeitado, inclusive, pelos seus adversários ocultos."
"Ninguém, no campo da mediunidade nobre, que não experimente esse período de testemunhos silenciosos, em que a oração, o estudo e a meditação fazem-se indispensáveis para resguardar o iniciante, ao mesmo tempo pela ação do bem com que se faz respeitado, inclusive, pelos seus adversários ocultos."
(...)
"O exercício da mediunidade requer atenção e disciplina íntima, perseverança e assiduidade no exercício, estudo cuidadoso da Doutrina, da faculdade e de si mesmo, a fim de alcançar as finalidades superiores a que a mesma se destina.
Quem assim não proceda, poderá ser, vez que outra, instrumento de comunicações salutares, por necessidade de emergência, todavia, a Espírito responsável algum, apraz lidar com médiuns levianos, indisciplinados e vulgares, como é fácil de compreender-se.
Qualquer médium que fuja do estudo e do exercício correto das suas faculdades medianímicas, por mais empáfia com que se apresente, encontra-se em período de obsessão, sob comando equívoco... Permanece-lhe, quiçá, a mediunidade para o seu e o escarmento dos que afinem com tal disposição, no entanto, sob comando maléfico ou simplesmente alienado..."
Quem assim não proceda, poderá ser, vez que outra, instrumento de comunicações salutares, por necessidade de emergência, todavia, a Espírito responsável algum, apraz lidar com médiuns levianos, indisciplinados e vulgares, como é fácil de compreender-se.
Qualquer médium que fuja do estudo e do exercício correto das suas faculdades medianímicas, por mais empáfia com que se apresente, encontra-se em período de obsessão, sob comando equívoco... Permanece-lhe, quiçá, a mediunidade para o seu e o escarmento dos que afinem com tal disposição, no entanto, sob comando maléfico ou simplesmente alienado..."
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