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Escolhos à mediunidade

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  No livro Tramas do Destino,  pela psicografia de Divaldo Franco, Manoel Philomeno de Miranda nos traz importantes considerações acerca da Mediunidade, que merecem atenção dos médiuns, a saber: Capítulo 17 - Escolhos à mediunidade A reencarnação, em si mesma, constitui misericórdia do Senhor, que não deseja a morte do pecador, mas a sua redenção. Em consequência, todas as faculdades de que o homem se encontra investido são talentos que lhe cabe multiplicar, valorizando-os pelo bom uso que lhes dá. Exigem cuidados, educação e disciplina, mediante cujo exercício mais se aprimoram. Impõem zelo com que sejam resguardadas da insensatez que os perturba, quando não os descontrola e inutiliza. Nesse sentido, a mediunidade, que é uma faculdade parapsíquica, graças às suas sutis teceduras nos mecanismos do espírito, por meio do perispírito que a exterioriza pelo corpo somático e mediante o qual recebe as respostas vibratórias, mais severas responsabilidades confere ao usuário, imp...

Exercício Mediúnico - Distinção do Pensamento

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No livro  Qualidade na Prática Mediúnica , Divaldo Franco nos traz importantes considerações acerca da comunicação nas reuniões mediúnicas , que merecem atenção dos médiuns, a saber: "72. O que o médium psicofônico consciente deve fazer para distinguir o pensamento que é do Mentor do que é do seu subconsciente? Divaldo - No fenômeno psicofônico há uma preponderância da personalidade que se comunica. É muito difícil, no começo, saber se está falando de si mesmo ou sob indução. Mas, a ideia é tão dominante que termina por perceber que não é sua. As palavras, sim, serão suas, e vestirão a ideia com vocabulário próprio, mas dar-se-á conta de que aquela ideia não lhe é habitual. Ademais, quando está numa reunião mediúnica e chegam-lhe ideias que não são convencionais, é porque vêm de um agente externo. Cabe-lhe abrir-se e acompanhá-las sem interferir. Por esta razão, a educação mental, através da concentração, nos propicia observar sem pe...

Tempo de Dialógo com os Espíritos

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No livro Qualidade na Prática Mediúnica , Divaldo Franco nos traz importantes considerações acerca da comunicação nas reuniões mediúnicas e do diálogo , que merecem atenção dos doutrinadores e médiuns, a saber: 51. Quantos Espíritos devem manifestar-se por um mesmo médium em cada reunião e qual deve ser o tempo de duração da incorporação? Divaldo - Tratando-se de um grupo com muitos médiuns atuantes, duas comunicações são suficientes para cada sensitivo; excepcionalmente, três. Deve-se evitar um número maior de passividades por causa do desgaste físico e psíquico do médium. O tempo ideal de uma incorporação fica entre cinco e dez minutos, no caso de Espíritos sofredores. Quanto aos Mentores Espirituais, não há uma estipulação de tempo porque eles revigoram o medianeiro enquanto se comunicam." (...) Livro: Qualidade na Prática Mediúnica 2ª Parte - Divaldo Franco Responde Preparação - item 50

O diálogo na Reunião Mediúnica Espírita

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No livro Diretrizes de Segurança, Divaldo Franco e Raul Teixeira nos trazem importantes considerações acerca do exercício mediúnico: 87 - Será plausível que se desenrole a doutrinação de desencarnados por meio de curta palestra, em que o doutrinador possa expressar-se como quem faz uma conclamação? Raul – O doutrinador dispensará sempre os discursos durante a doutrinação entendendo-se aqui discurso não como a linha ideológica utilizada, mas, sim, a falação interminável, que não dá ensejo à outra parte de se exprimir ou explicar-se. Muitas vezes na ânsia de ver as entidades esclarecidas e renovadas, o doutrinador perde-se numa excessiva e cansativa cantilena, de todo improdutiva e enervante. O diálogo com os desencarnados deverá ser sóbrio e consistente ponderado e clarificador, permitindo boa assimilação por parte do Espírito e excelente treino lógico para o doutrinador. Livro: Diretrizes de Segurança  Divaldo Franco / Raul Teixeira

Preparação para a Prática Mediúnica

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Existe alguma técnica especial de preparação para os médiuns psicofônicos e os doutrinadores? Divaldo Franco : Os Mentores Espirituais generalizam para todos os componentes da equipe mediúnica o mesmo comportamento preparatório, pois os deveres são os mesmos, embora as funções sejam diferentes. Na questão do médium, em particular, convém promover à véspera do intercâmbio espiritual um estado psíquico favorável, fazendo uma higienização mental compatível para que os Mentores comecem a prepará-lo para a reunião do dia seguinte. Não se pode imaginar seja o fenômeno de incorporação um acontecimento fortuito, a não ser aquele originário do desequilíbrio. O médium disciplinado pode ser considerado um telefone bem guardado. Alguém, querendo telefonar, dirige-se ao aparelho e pede licença, com ética, para utilizá-lo. A mediunidade pode ser considerada uma aparelhagem telefônica sumamente útil: deve ser, portanto, preservada. As Entidades espirituais somente utilizam a nossa faculdade se a ...

O Sono na Reunião Mediúnica - 2

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Q uais os fatores que concorrem para que os participantes da prática mediúnica durmam no transcorrer dos trabalhos de intercâmbio espiritual e como evitar que isso aconteça? Divaldo Franco : O Espírito Joanna de Angelis recomenda que o frequentador repouse algumas horas antes de vir à reunião, a fim de adquirir uma predisposição favorável, desde que a indisposição física ou psíquica perturba o trabalho dos demais.      O problema todo se encontra vinculado ao campo mental do indivíduo. Os Espíritos sintonizam, através de onda específica, ligando psiquicamente os colaboradores uns aos outros. Se este aqui dorme e mais adiante outro encontra-se sonolento, os pensamentos se desencontram e cai a corrente vibratória. Faltam estímulos psíquicos aos médiuns para a comunicação e muitas deixam de acontecer. Quem participa de reunião mediúnica tem que criar o hábito de se preparar convenientemente.      Existe a possibilidade de o indivíduo isolar-se, ligando-se...

Função do Assistente-Paticipante na Reunião Mediúnica

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ASSISTENTE-PARTICIPANTE 88. A função do assistente tem sido até então pouco considerada, por desinformação quanto ao seu valor. Poderiam ser atribuídos a essa função padrões de qualidade para orientar os que nela estão enquadrados, à semelhança do que foi apresentado para as outras funções? Convém, de imediato dizer, que   assistente não é plateia , não é convidado, não é um necessitado que vai assistir a prática mediúnica para melhorar de saúde, o que, aliás, não se justifica, por ser danoso tanto  para o visitante como para a própria reunião, conforme já colocamos em nossa obra Reuniões Mediúnicas. Não sendo um espectador, preferimos designar esse gênero de colaborador como   assistente-participante  pois efetivamente ele   participa, e de modo relevante . De outro   modo nos parece muito simpática a designação de   médium de sustentação , característica de algumas áreas do Movimento Espírita, porque efetivamente a ação que desenvolve é voltada para ...